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Biometria no celular, o futuro já está presente

Voltar Por Marcio Neves em 16/09/2013
Começa nesta sexta-feira 20/09, nos Estados Unidos, uma nova etapa na questão da privacidade e senhas em termos de aparelhos celulares. É quando começam a serem vendidos os primeiros aparelhos com essa tecnologia. Lançado na semana passada, o iPhone 5s, da Apple, agora conta com um leitor de impressão digital que pode ser usado para substituir a senha em tarefas como o desbloqueio do celular e, com um simples toque, compras no iTunes. Com esse dispositivo, a Apple sai na frente mais uma vez e pode marcar o início do fim da senha em aparelhos celulares.
 
O leitor biométrico, embutido no botão frontal do iPhone, escaneia um polegar ou um indicador com seu sensor de 500 pontos por polegada (leitores avançados chegam a 1.000 ppi) e o compara às impressões que foram cadastradas. A empresa diz que toda a informação é criptografada, o que impediria que um hacker tivesse acesso às impressões digitais mesmo que invadisse o smartphone.
 
 
Mais segurança
 
Por ler "camadas abaixo da pele", o sistema também evita que seja usado um dedo falso (de silicone) ou um que tenha sido arrancado do corpo. Caso o celular fique 48 horas sem ser usado, o desbloqueio só pode ser feito por meio de uma sequência numérica definida pelo dono. Contudo a empresa alerta que o sistema pode apresentar falhas de identificação principalmente quando o usuário estiver com os dedos molhados ou suados. Outro inconveniente são as pessoas que possuem digitais ”fracas” por natureza ou causada por acidente o que pode dificultar a leitura. Sobre privacidade, a empresa garante que toda a informação do sistema é armazenada somente no dispositivo,não é vinculada a uma conta on-line e não pode ser acessada por aplicativos.